No Brasil, operadoras estendem mais seus domínios. Nos EUA, enfrentam investigação antitruste

O “Financial Times” publica que os quatro “grandes grupos de telefonia móvel do Brasil pagam US$ 1,3 bilhão no leilão” de 4G, “no momento em que a maior economia da América Latina se prepara para grandes eventos esportivos nos próximos quatro anos”.

Além de Vivo, Claro, TIM e Oi, anota o jornal, “a Sunrise Telecomunicações do investidor George Soros também comprou espectro”, ainda que só duas alocações, por US$ 9 milhões. Ecoa por agências e sites de tecnologia no exterior.

Por aqui, o Teletime destaca que ”Claro e Vivo levaram as faixas mais cobiçadas, de 20 MHz + 20 MHz”, enquanto TIM e Oi “levaram as faixas de 10 MHz + 10 MHz”. As duas primeiras citam “as vantagens de ter mais espectro“. Já a Oi responde que “o nome do jogo é retorno sobre o capital“, referência ao preço elevado pago pelas concorrentes.

Enquanto no Brasil as grandes operadoras _de telefonia, mas também de cabo_ estendem ainda mais seus domínios, nos EUA o Departamento de Justiça abriu uma “investigação antitruste” para levantar se as maiores operadoras de cabo “estão agindo de forma imprópria para suprimir a concorrência nascente do vídeo on-line”.

É a submanchete do “Wall Street Journal”, relatando que as autoridades já ouviram as operadoras Comcast e Time Warner, entre outras, e os serviços de vídeo on-line Netflix e Hulu.

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